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Homem é solto após laudo do Itep descartar abuso sexual em bebê

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O homem de 55 anos que havia sido preso na última sexta-feira (10) suspeito de cometer abuso contra um bebê de 10 meses foi solto nesta quarta (15).

O alvará foi emitido depois que o Instituto Técnico-Científico de Perícia do Rio Grande do Norte (Itep/RN) descartou o crime. O caso ocorreu no Hospital Universitário Onofre Lopes (HUOL), em Petrópolis, zona leste de Natal.

Segundo o Tribunal de Justiça do RN (TJRN), o delegado responsável pelo inquérito pediu o relaxamento da prisão, com base no laudo emitido pelo Itep. Após o pedido, a Justiça abriu vistas ao Ministério Público, que se posicionou favorável ao relaxamento da prisão.

Com base nisso, a Justiça decidiu pelo relaxamento e determinou a soltura do acusado. O homem, que é vigilante e natural de Santa Cruz, estava detido na Penitenciária Estadual de Parnamirim (PEP), na Região Metropolitana de Natal.

Um vídeo divulgado nas redes sociais mostra o momento em que ele deixa a cadeia. Veja acima.

“Momento muito triste que a gente passa. Nunca pensei em passar por uma situação dessas”, disse o homem.

Filho de falso acusado nasceu prematuro e família faz vaquinha

O vigilante estava no HUOL como acompanhante do próprio filho, um bebê de 9 meses que nasceu prematuro chamado Lorenzo Rhavy. Durante a internação na UTI, a criança desenvolveu uma complicação chamada Enterocolite Necrosante, que acomete o trato gastrointestinal do bebê. Por isso, passou por uma cirurgia de urgência e permaneceu apenas com cerca de 20% do seu intestino. Hoje, o garoto convive com a Síndrome do Intestino Curto com Falência Intestinal.

Por possuir apenas uma parte do seu intestino, Rhavy não consegue absorver todos os nutrientes que precisa, o que pode levar a desnutrição grave, diarréias constantes, desidratação e até óbito.

De acordo com a família, para que ele se desenvolva bem, precisa de acompanhamento adequado em um centro de referência localizado em São Paulo.

“Esse acompanhamento pode durar pouco tempo, ou em situação mais extrema, pode ser necessário que passemos a morar lá”, escreveu a família em uma vaquinha aberta na internet para ajudar a custear o tratamento.

Os gastos envolvem passagens, estadia, alimentação, transporte e custos extras relacionados ao tratamento. Até o final da manhã desta quinta-feira (16), cerca de R$ 3,6 mil haviam sido arrecadados. A meta é de R$ 30 mil. A vaquinha pode ser acessada clicando AQUI.

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