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Após a derrota nas urnas da ex-prefeita Fátima Silva, a oposição em Ouro Branco–RN deverá usar a maioria na câmara conquistada após a aliança com o vereador Kleginaldo Medeiros, com um histórico de agressão a mulheres e réu em um processo de crime sexual contra uma adolescente de 14 anos, para intensificar o embate político na Câmara Municipal.
A recente aliança política envolvendo figuras cercadas de controvérsias reacendeu críticas nos bastidores e levanta questionamentos sobre os rumos da atuação oposicionista. Nos corredores da política local, aliados da gestão do prefeito Professor Amariudo Santos avaliam que o movimento busca dificultar a administração municipal, na tentativa de gerar desgaste político da gestão já mirando as eleições de 2028.
O episódio lembra a articulação envolvendo o vereador Kleginaldo Medeiros, apontada por adversários como decisiva na aprovação das contas de 2015 da ex-prefeita e aprovação de requerimentos de convocações de secretários durante a eleição suplementar onde a oposição saiu derrotada. Enquanto o embate político cresce, fica a preocupação: quem pode acabar penalizada é a população ourobranquense, caso disputas políticas passem a travar pautas de interesse do município.
