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Mulher de Naime pede Pix e critica corte do salário do PM: “Tortura”

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A criadora de conteúdo digital Mariana Adôrno, mulher do coronel da PMDF Jorge Eduardo Naime, usou suas redes sociais para pedir doações via Pix. Acusado de omissão no 8 de Janeiro, Naime está preso preventivamente desde 7 de fevereiro.

Na semana passada, o militar teve o salário suspenso por determinação do Supremo Tribunal Federal (STF). Mariana Adôrno classificou o corte do salário como “tortura psicológica”.

“A injustiça não cessa. Agora estamos sendo penalizados com o bloqueio do salário do meu marido. Mais um tipo de tortura psicológica a ele e a todos nós, familiares”, afirmou Mariana.

Na sábado (2/9), Naime foi transferido da Academia de Polícia Militar para o Complexo Penitenciário da Papuda, no Distrito Federal. Além da omissão no 8 de Janeiro, recai sobre o militar a suspeita de corrupção.

“Evidência de corrupção”

Subprocurador-geral da República, Carlos Frederico Santos afirma que há evidências de que o coronel da Polícia Militar do Distrito Federal (PMDF) Jorge Eduardo Barreto Naime praticou corrupção. “Há indícios de que ele se apropiou ou desviou dinheiro da Associação dos Oficiais da PM, quando ele foi presidente”, disse o integrante da Procuradoria-Geral da República (PGR), ao Metrópoles.

A denúncia da PGR, que aponta omissão do alto comando da PMDF nos atos antidemocráticos, acabou descobrindo um suposto esquema de corrupção envolvendo o coronel Naime em 2021.

O documento indica que o militar mantinha relações econômicas aparentemente ilícitas com um homem identificado como Sérgio Assis. Ele teria usado o aparato público da polícia para transportar R$ 1 milhão, em favor do indivíduo.

Sérgio Assis é sócio da mulher de Naime na Monumental Serviços de Segurança Patrimonial Ltda.

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