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OURO BRANCO|Vereador denuncia agressão dentro da Câmara e aponta marido da ex-prefeita Fátima Silva como autor

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Não é a primeira vez que episódios de agressão são registrados dentro da Câmara de Vereadores em Ouro Branco–RN, e o mais preocupante é que, sempre que acontecem, o silêncio por parte dos aliados dos envolvidos chama atenção e causa indignação

Um grave episódio dentro da Câmara Municipal de Ouro Branco-RN elevou ainda mais o clima de tensão política no município. O líder da bancada da situação, vereador Celso Garofa(PP), denunciou nessa segunda-feira (23/04) durante a sessão, ter sido vítima de agressão física nas dependências da própria Casa Legislativa.(vídeo abaixo)

Segundo informações repassadas ao Portal OBNews, o suposto agressor seria o esposo da ex-prefeita Fátima Silva (A DOUTORA), candidata à prefeitura na eleição suplementar marcada para o dia 17 de maio. Ele também preside o diretório municipal do PSDB, conforme registro da Justiça Eleitoral.

CERTIDÃO DA COMPOSIÇÃO – COMPLETA- PSDB by blogobnews

Celso Garofa afirmou que já procurou a delegacia da policia civil onde registrou um Boletim de ocorrência e que irá tomar as medidas cabíveis diante do caso.

O episódio ganha contornos ainda mais graves diante de relatos de que o acusado possui histórico de ameaças e agressões, envolvendo nomes como o vereador Rogério, o suplente Turica e o ex-diretor de obras Pablo. O vereador Celso relatou durante sua fala que o filho do atual presidente da Câmara, Júnior Nogueira, também já teria sido alvo do mesmo agressor durante a campanha eleitoral de 2024, quando o edil fazia parte do grupo situacionista.

Na época, Junior Nogueira expos o caso nas redes sociais. Já no episódio mais recente, chama atenção o silêncio da Câmara Municipal, que até o momento não emitiu qualquer nota oficial.

O episódio acende um alerta importante: banalizar qualquer forma de agressão no ambiente político não faz bem a ninguém e tende a agravar ainda mais a instabilidade no município. Hoje é um adversário sendo alvo, amanhã pode ser qualquer outro.

A população já questiona: se nem entre autoridades há respeito, o que se pode esperar quando o cidadão comum estiver diante dessas situações?

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