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OURO BRANCO: MPRN emite recomendação para coibir promoção pessoal do prefeito

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Com aproximação das eleições, medida busca garantir a imparcialidade da administração pública

O Ministério Público do Rio Grande do Norte (MPRN) emitiu uma recomendação destinada ao ao prefeito de Ouro Branco para que retire toda e qualquer publicação do site da Prefeitura Municipal que possa configurar promoção pessoal. A recomendação foi publicada no Diário Oficial do Estado desta segunda (20) e objetiva garantir a imparcialidade da administração pública.

De acordo com o documento, as publicações com fotografias, nomes ou imagens que destaquem excessivamente a figura do prefeito, notícias de feitos realizados em nome dele e não da Prefeitura e quaisquer outras publicações que possam dar destaque ao gestor deverão ser retiradas do site.

Em Ouro Branco–RN, o uso de dinheiro público para autopromoção por parte do prefeito e da primeira-dama e alguns secretários tornou-se uma prática comum. Esta não é a primeira vez que o Ministério Público intervém na conduta do atual gestor.

Recentemente, o prefeito Samuel Souto foi obrigado a retirar sua foto de todas as repartições públicas e a remover todo o conteúdo que promovia sua imagem. O chefe do executivo é reincidente, o que agrava a situação em um ano eleitoral.

A providência deve ser tomada no prazo de 15 dias.

Além disso, o MPRN também recomendou que o prefeito se abstenha, daqui em diante, de se promover pessoalmente por meio do site da Prefeitura Municipal de Ouro Branco. A publicidade oficial deve, quando necessário, mencionar apenas a “Prefeitura” ou o “Município” de Ouro Branco.

A recomendação enfatiza ainda que a publicidade deve manter sempre o caráter meramente informativo, educativo e de orientação social, sem elementos de promoção pessoal de qualquer natureza de nenhum agente público do Município, do Estado ou da União.

A iniciativa ganha relevância à medida que se aproxima a época de eleições, momento em que a imparcialidade e a ética na administração pública se tornam ainda mais cruciais. A adoção dessas medidas visa garantir que o poder público seja exercido de maneira justa e equitativa, sem favorecimentos pessoais ou políticos.

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