IFRN abre mais de 300 vagas em cursos gratuitos de capacitação para mulheres em situação de vulnerabilidade social

O Instituto Federal do Rio Grande do Norte (IFRN) abriu 340 vagas em cursos gratuitos de capacitação exclusivamente dedicadas a mulheres em situação de vulnerabilidade social. As vagas são distribuídas por 13 campi do estado e têm prazos diferentes de inscrição (veja abaixo).

As vagas fazem parte do Programa Mulheres Mil. Outras vagas exclusivas deste programa já foram oferecidas neste ano, mas tiveram os prazos encerrados e não foram incluídos na listagem.

Vejas cursos, vagas e inscrições

CampusCursoVagasInscrições
CaicóVendedora22Matrícula
CanguaretamaAgente de desenvolvimento cooperativista2213 a 20/3
Currais NovosProdutora de Derivados do Leite22Matrícula
IpanguaçuProdutora de Biojoias22Ainda sem edital – previsão primeiro semestre
JucurutuVendedora2211 a 15 de março
LajesEspanhol Básico22Ainda sem edital – previsão para a segunda quinzena de março
MossoróOperadora de computadores2213 a 19/3
Natal-CentralCuidador de pessoa idosa7611 a 14/3
Natal-Zona LesteAssistente Administrativo22Matrícula
Nova CruzAssistente Administativo22Em fase de matrícula
ParelhasVendedora227 a 13/3
Pau dos FerrosCostureira de máquina reta e overloque2211 a 13/3
São Gonçalo do AmaranteVendedora22Previsão de inscrições em abril

As vagas e os requisitos para participar estarão disponíveis nos editais específicos de cada Campus e podem ser encontrados na página dos campi do Portal IFRN.

Programa Mulheres Mil

As participantes têm acesso a uma formação que inclui capacitação profissional em áreas com alta demanda no mercado de trabalho, aulas de cidadania, direitos da mulher e outros temas relevantes para o empoderamento feminino, além de bolsa-auxílio para o custeio de transporte e alimentação, e utilização de toda a estrutura do IFRN, que conta com laboratórios, bibliotecas e acesso à internet.

“As mulheres passam por experiências transformadoras, promovendo não apenas a oportunidade de se qualificar profissionalmente, mas também diversos outros impactos, como a descoberta da cidadania, a melhora das relações familiares, o resgate da autoestima e o retorno às atividades escolares”, disse a professor Luciana Rabelo, coordenadora do projeto.

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