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Flamengo vence Madureira e é campeão da Taça Guanabara

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É campeão! O Flamengo encerrou o jejum de títulos neste sábado (2) com a conquista da Taça Guanabara. Sem ser vazado mais uma vez, o Rubro-Negro venceu o Madureira por 3 a 0, no Maracanã, pela 11ª rodada, e conquistou a competição de forma invicta. Arrascaeta e Pedro marcaram os gols que garantiram a vitória contra o Tricolor Suburbano.  

Com a vitória, o Flamengo encerrou a participação na Taça Guanabara com 27 pontos conquistados e, desta forma, foi campeão. O Rubro-Negro fez uma campanha de oito vitórias e três empates em 11 partidas, com 23 gols marcados e apenas um sofrido, sendo dono do melhor ataque e da melhor defesa. O título garante a vantagem do empate na semifinal contra o quarto colocado.

Flamengo domina e sai na frente
O Flamengo entrou em campo com uma mão e meia na taça e não fez muito esforço para dominar o Madureira. O Rubro-Negro controlou a posse de bola e teve maior presença no ataque, e incomodava mesmo sem ser intenso. Arrascaeta, aos 19 minutos, abriu o placar após boa jogada em velocidade entre Luiz Araújo e Bruno Henrique.

Com a vantagem no placar e a taça nas mãos, o Flamengo administrou o resultado e jogou com o relógio a seu favor. O Madureira, por sua vez, ensaiava contra-ataques, mas esbarrava nas limitações técnicas. Arthur Martins e Patryck Ferreira ficavam isolados, e não ameaçavam a defesa rubro-negra. No fim, Viña assustou em boa finalização, mas Mota defendeu.

Pedro marca mais uma vez, e Fla encerra jejum
Na etapa final, o Flamengo voltou num ritmo diferente do início da partida. O Rubro-Negro marcava alto e trocava passes rápidos, e não demorou para ampliar com Pedro, aos seis minutos. A defesa do Madureira bobeou, Pedro interceptou o passe, deu um balão no goleiro Mota e mandou para o fundo das redes. O arqueiro tricolor foi substituído pouco depois por conta de uma lesão.

Com o jogo nas mãos, o Flamengo contava os minutos para encerrar o jejum. O Madureira, por outro lado, parecia entregue. Conforme o técnico Tite mudava a equipe, o domínio aumentava e as chances apareciam com mais frequência. Léo Pereira, de falta, ampliou aos 23, para delírio da Nação. Assim, restou esperar o apito final e soltar o grito de “é campeão”.

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