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Advogado Sérgio Magalhães assume defesa do “Gari Consciente” acusado de lavar dinheiro do PCC

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O advogado caicoense, Sérgio Magalhães, confirmou ao Blog do Sidney Silva, que assumiu nesta sexta-feira (02), a defesa de Lucenildo Santos de Araújo, de 39 anos, que foi preso em fevereiro deste ano, na Operação Plata, do Ministério Público do Rio Grande do Norte.

A investigação apontou que o “Gari Consciente”, como Lucenildo é mais conhecido em Caicó, era laranja do tio Valdeci Alves dos Santos, o “Colorido”, que segundo o órgão ministerial, é liderança da facção Primeiro Comando da Capital – PCC. Ainda de acordo com os promotores de Justiça do caso, o Gari teria aberto 49 contas bancárias em 23 bancos diferentes para lavagem de dinheiro.

Atualmente, ele está detido por força de mandado de prisão preventiva, na Penitenciária Estadual de Alcaçuz, em Nísia Floresta (RN).

Em Caicó, Lucenildo Santos, disputou uma vaga na Câmara de Vereadores, mas não se elegeu.

A prisão do Gari Consciente aconteceu na cidade de Picuí, na Paraíba, onde residia sua esposa.

A operação

A operação Plata cumpriu sete mandados de prisão e outros 43 de busca e apreensão nos Estados do Rio Grande do Norte, São Paulo, Minas Gerais, Mato Grosso do Sul, Santa Catarina, Bahia, Ceará e Paraíba, e ainda no Distrito Federal. Ao todo, participaram nacionalmente do cumprimento dos mandados 48 promotores de Justiça, 56 servidores e ainda 248 policiais.

No RN, os mandados de prisão e de busca e apreensão foram cumpridos nas cidades de Natal, Jardim de Piranhas, Parnamirim, Caicó, Assu e Messias Targino. Houve ainda cumprimento de mandados nas cidades paulistas de São Paulo, Araçatuba, Itu, Sorocaba, Tremembé, Votorantim e Araçoiaba da Serra; em Brasília/DF, Fortaleza/CE, Balneário Camboriú/SC, Picuí/PB, Espinosa/MG e em Serra do Ramalho e Urandi, ambas na Bahia.

As investigações que culminaram na deflagração da operação Plata foram iniciadas em 2019, com o objetivo de apurar o tráfico de drogas e associação para o tráfico de drogas, além do crime de lavagem de dinheiro. O esquema era liderado por Valdeci Alves dos Santos, também conhecido por Colorido. Valdeci é originário da região do Seridó potiguar e é apontado como sendo o segundo maior chefe do Primeiro Comando da Capital (PCC), facção criminosa que surgiu nos presídios paulistas e que tem atuação em todo o Brasil e em países vizinhos.

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