Lula pode ‘jogar parado’ com prolongamento da crise entre Michelle e Flávio Bolsonaro, diz cientista político

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Crédito, AFP via Getty Images

Legenda da foto, Os impactos do caso Michelle para ela, para Flávio, para Lula e para a direita

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Tempo de leitura: 6 min

A decisão de Michelle Bolsonaro de deixar o PL Mulher não deve ser lida como um episódio isolado, mas como o desfecho de uma crise que já vinha se arrastando dentro da família Bolsonaro e que pode prejudicar não só a candidatura de Flávio, mas o bolsonarismo como um todo, avalia o cientista político e professor da EAESP-FGV Marco Antonio Carvalho Teixeira.

“Não é a saída do PL Mulher apenas. A saída é o desfecho da crise. Michelle Bolsonaro foi ignorada e escanteada pelos filhos (de Bolsonaro) desde o momento em que Flávio foi ungido como candidato pelo próprio Jair Bolsonaro”, diz o professor.

“Eles acharam que Michelle ia ficar simplesmente quieta e dada como derrotada.”

A crise foi impulsionada por uma disputa local, de alianças políticas no Ceará.

Flávio disse que o pai apoia o ex-ministro Ciro Gomes (PSDB) no pleito para governador. Michelle criticou a decisão durante evento de lançamento da pré-candidatura do senador Eduardo Girão (Novo) ao governo no Estado, um político bolsonarista com robusto discurso conservador.

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