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Em meio à eleição suplementar de 17 de maio, uma matéria amplamente compartilhada pela oposição tem gerado repercussão em Ouro Branco–RN — não pelo conteúdo em si, mas pelo viés claramente tendencioso. O texto tenta associar irregularidades à tradicional família Moreira, apontando que a família do prefeito interino teria recebido quase 2 milhões dos cofres públicos, dando a entender que familiares do prefeito interino e candidato Professor Amariudo estariam recebendo dinheiro público de forma ilícita, mas omite informações essenciais, evidenciando a real intenção, que é causar o caos e confundir os eleitores.
Nomes citados na matéria, como Almir, Kyara e Edjailson são servidores efetivos da prefeitura, sendo que Edjailson atua como motorista há mais de 20 anos e seu salário é compatível com os demais motoristas do município. Outros, como Luana e Lenilson, foram contratados ainda na gestão do ex-prefeito Samuel Souto. O maestro Mil tem cerca de 30 anos à frente da Filarmônica, Socorro ocupa função interina e Guilherme não integra o quadro de funcionários da prefeitura desde 2019.
Ao omitir essas informações, a matéria divulgada por aliados da ex-prefeita Fátima Silva constrói uma narrativa que insinua irregularidades inexistentes, atingindo a imagem de cidadãos íntegros e da própria família Moreira. É importante destacar que todos os citados já exerciam suas funções na prefeitura antes mesmo da atual gestão interina assumir o comando do município.
O episódio evidencia o uso da desinformação como estratégia eleitoral para desgastar a gestão e tentar influenciar o eleitorado. Em Ouro Branco, a velha prática do “quanto pior, melhor” segue mais viva do que nunca.
Correção: Luana também é servidora efetiva da Prefeitura Municipal de Ouro Branco e encontra-se atualmente cedida ao Instituto de Previdência do Município de Ouro Branco (Ouro Branco Prev).
