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O clima político em Ouro Branco começa a ultrapassar os limites do debate democrático e entrar em um terreno perigoso. Faltando poucos dias para a eleição suplementar marcada para 17 de maio, aliados da ex-prefeita Fátima Silva intensificaram uma sequência de ataques e insinuações contra a atual gestão e o prefeito interino e candidato situacionista Amariudo Santos.
Primeiro, os ataques foram direcionados à família do gestor. Em seguida, passaram a circular matérias com tom tendencioso tentando levantar suspeitas sobre gastos com combustível da prefeitura — utilizando, inclusive, dados públicos retirados do próprio Portal da Transparência, sem apresentar qualquer comprovação de irregularidade.
Também foram compartilhadas informações distorcidas afirmando que o transporte escolar do município teria parado por falta de pagamento da prefeitura. Pouco tempo depois, foi comprovado que a gestão municipal não possui débitos com a empresa responsável pelo serviço, desmontando mais uma narrativa criada em pleno período eleitoral.
Agora, uma nova onda de publicações tenta insinuar o uso da máquina pública, repetindo uma estratégia já conhecida de criar desgaste político através de acusações sem provas concretas. Nos bastidores, a avaliação de muitos moradores é de que a oposição já dá sinais de que não pretende aceitar uma possível derrota nas urnas e tenta implantar um clima de caos e instabilidade no município.
A população, no entanto, demonstra cansaço desse modelo de política baseado em ataques, medo e terrorismo eleitoral. Em meio a uma eleição que deveria ser marcada pelo debate de propostas, cresce o sentimento de que Ouro Branco precisa superar práticas ultrapassadas e seguir por um caminho de mais responsabilidade e respeito ao eleitor.
