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A Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN) é a 3ª melhor do Nordeste e a 17ª mais bem colocada do Brasil segundo o Ranking Universitário Folha (RUF) de 2025, elaborado pela Folha de São Paulo. Para o levantamento foram analisadas 204 universidades públicas e privadas do país, a partir de cinco indicadores: pesquisa, ensino, mercado, inovação e internacionalização.
A UFRN teve melhor desempenho no quesito “inovação”, ficando em 6º lugar. A instituição vem numa crescente se considerarmos que em 2023 ela havia alcançado a 34ª posição, passando para a 19ª em 2024. O indicador “inovação”, entre outras questões, inclui tanto o número de patentes concedidas, quanto a quantidade de estudos acadêmicos publicados em colaboração com o setor produtivo.
“É motivo de muito orgulho saber que a instituição foi apontada mais uma vez entre as melhores do país. Esse é o resultado da dedicação da comunidade universitária, que tem se empenhado diariamente para a melhoria da qualidade acadêmica e de gestão“, comemora o reitor da UFRN, José Daniel Diniz Melo.
O segundo melhor desempenho foi no indicador “Internacionalização”, no qual a UFRN alcançou o 9º lugar. Já no quesito “Pesquisa”, a Universidade chegou ao 15º lugar, ao 19º em “Ensino” e ao 37º em “Mercado”, somando um total de 87,33 pontos.
O Ranking Universitário da Folha está entre os mais respeitados do país, contando em 2025 sua 11ª edição. O cálculo para o levantamento é feito por meio da análise de 18 componentes distribuídos em cinco indicadores que, juntos, somam até 100 pontos.
Além da UFRN, outras instituições do Rio Grande do Norte também apareceram no ranking, como a Universidade Federal Rural do Semi-Árido (Ufersa), que alcançou o 80º lugar. O melhor desempenho da Ufersa foi no quesito “Educação”, alcançando a 54ª posição. A instituição ficou em 78º lugar na “Pesquisa”, em 165º no fator “Mercado”, em 84º em “Inovação” e no 153º lugar em “Inovação”.
Já a Universidade do Estado do Rio Grande do Norte (UERN) alcançou a posição 133, com melhor desempenho em “Ensino” em 113º lugar, seguido por “Mercado” (120º), “Inovação” (141º) e “Internacionalização” (141º) empatados, além de “Pesquisa” (144º).
Por fim, dentre as instituições sediadas no Rio Grande do Norte ainda aparece uma universidade privada, a UNP, que ficou em 148º lugar. O destaque é o indicador “Mercado” em 47º lugar, seguido por “Inovação” em 150º, “Ensino em 156º, “Pesquisa” em 172º e “Internacionalização” em 187º lugar.
Brasil
Pelo quinta edição consecutiva, a Universidade de São Paulo (Usp) ocupa o 1º lugar no ranking, com a Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) logo atrás. A Usp segue à frente nos indicadores “Pesquisa” e “Mercado”, mas perdeu posições em “Internacionalização” e “Inovação”.
Pela primeira vez, a Unicamp se igualou à Usp no número de indicadores que lidera, mantendo a 1ª posição em “Ensino” e assumindo a liderança de “Inovação”. As universidades paulistas assumiram as duas posições em 2019. A diferença de notas da USP (nota 98,34) para a Unicamp (97,99) é de apenas 0,35 pontos, de uma escala que vai até 100.
Em terceiro lugar aparece a Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), seguida pela Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) em quarto e pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) em quinto.
Sudeste e Sul concentram as universidades melhor colocadas no ranking. Apenas a Universidade de Brasília (UnB), de fora das regiões, aparece entre as dez primeiras, ficando em 8º lugar. A Universidade Federal de Pernambuco (UFPE) lidera no Nordeste e ocupa a 12ª posição geral.
Na região Norte, a Universidade Federal do Pará (UFPA) é a mais bem colocada, em 30º lugar no ranking.


