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Nos bastidores, o grupo ligado à ex-prefeita Fátima Silva tenta convencer os eleitores de Ouro Branco–RN a qualquer custo de que não há qualquer risco judicial capaz de comprometer uma eventual candidatura ou mandato
Apesar de a ex-prefeita conceder uma entrevista à Rádio Cabugi no último sábado dia 28/02 em Jardim do Seridó afirmando que é a candidata do grupo da oposição e que não há nenhum impedimento jurídico contra sua candidatura, isso só demonstra que a preocupação da ex-gestora é seu grupo é fazer com que os eleitores acreditem que está tudo ok. Porém, a experiência recente mostrou que eleições e mandatos podem terminar na Justiça.
Um mandato judicializado governa dificilmente com estabilidade e, quando isso acontece, a cidade paga um preço alto:
- Insegurança administrativa
- Projetos paralisados
- Convênios ameaçados
- Clima de divisão permanente
- Gestão sob sombra de liminares
Enquanto isso a DOUTORA, vende sua alma e começa a lotear benesses, cargos e privilégios de um possível mandato. A ex-prefeita perdeu os princípios e exclupulos político e a consideração por seus apoiadores de longa data, segue no verdadeiro “vale tudo” costurando alianças com figuras que debocharam, humilharam e perseguiram seus eleitores, tudo isso com um único objetivo chegar novamente ao poder.
O eleitor acompanha a tudo atento, como dizem os mais antigos (Papa figo engana menino), a população está vendo o grupo da oposição (apelidado como a turma do quanto pior, melhor) seguir fazendo de tudo para chegar ao poder e fazer a divisão dos despojos.
A dúvida que fica
Não se trata de antecipar decisões da Justiça nem de afirmar qualquer irregularidade. Mas a história recente mostra que disputas eleitorais judicializadas podem ter reflexos profundos na governabilidade.
E a pergunta que parte da população começa a fazer é simples: Ouro Branco suportaria mais um ciclo de instabilidade?
