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O ex-primeiro-ministro britânico Boris Johnson afirmou neste domingo desconhecer “que lógica distorcida” levou o presidente russo, Vladimir Putin, a atacar “uma locomotiva ucraniana parada na fronteira com a Polônia”. Ele também pediu ao governo do Reino Unido que forneça à Ucrânia “as defesas nas áreas em que precisa”. Já a companhia ferroviária ucraniana Ukrzaliznytsia esclareceu que, ao contrário do que havia sido inicialmente noticiado pela imprensa alemã, o ex-chefe do governo britânico e outros líderes europeus não foram retirados do trem diplomático.
“Não sei que lógica distorcida levou Putin a explodir esta manhã uma locomotiva ucraniana parada na fronteira com a Polônia. O que podemos afirmar com certeza é que este é o tipo de ataque aleatório e sem sentido que os ucranianos têm de suportar todos os dias, mesmo nas linhas ferroviárias civis. Até agora, Putin foi responsável pela morte de 1.700 funcionários da Ukrzaliznytsia. Eles e os seus passageiros são verdadeiros heróis”, escreveu Boris Johnson na rede social X.
O ex-primeiro-ministro afirmou que “os ucranianos vão vencer, isso ficou claro nos últimos três dias passados no seu maravilhoso país”, mas destacou que será possível acabar “com esta guerra terrível muito mais depressa se todos levarmos isso a sério e lhes dermos o que precisam e merecem”.
“Quando vamos fornecer as defesas aéreas de que precisam? Por que não descongelamos o dinheiro de Putin e o entregamos à Ucrânia? Há mais de 140 bilhões de euros em uma conta bancária belga e cerca de 10 bilhões de libras em Londres. O Reino Unido poderia dar o exemplo”, apelou
Enquanto isso, a Ukrzaliznytsia forneceu alguns detalhes sobre o ataque em Yagodyn, que ocorreu depois que o trem no qual viajavam personalidades como Boris Johnson e o ex-primeiro-ministro da Suécia Carl Bildt já havia partido. O jornal alemão Der Spiegel havia noticiado que o trem dos líderes internacionais também tinha sido evacuado, mas a informação foi desmentida.
“Pouco antes do ataque à locomotiva na fronteira entre a Ucrânia e a Polônia, na estação de Yagodyn, encontrava-se um trem diplomático, a bordo do qual viajavam conselheiros de segurança de vários Estados-membros da União Europeia e antigos líderes europeus, incluindo o ex-primeiro-ministro do Reino Unido Boris Johnson. Em outro trem, que estava na estação de Yagodyn precisamente no momento do ataque, estava o ex-diretor da CIA David Petraeus”, informou a empresa no Telegram.
A operadora especificou que “o drone que atacou a locomotiva na fronteira entre a Ucrânia e a Polônia foi detectado por um controlador do Grupo Central de Monitoramento, e o sinal para a evacuação do trem foi dado 15 minutos antes do impacto”. A empresa considerou, no entanto, que “é bastante provável que o alvo desse drone russo também pudesse ter sido o trem diplomático, que deixou a estação antes do horário previsto, no âmbito da revisão dos horários dos trens em tempo real, devido à ameaça constante de ataques russos”.
Bildt também reagiu e informou que o trem no qual os líderes internacionais viajavam “recebeu apenas um aviso de evacuação, mas pôde prosseguir para Dorohusk”.
“Este não era o nosso trem, mas sim o que seguia logo depois do nosso, junto à passagem da fronteira polonesa. Foi evacuado à medida que o drone russo se aproximava e ninguém ficou ferido. Um sistema de segurança muito bom. O nosso trem recebeu apenas um aviso de evacuação, mas pôde prosseguir para Dorohusk. Os ataques russos contra a Ucrânia estão se intensificando”, alertou na rede social X.
Enquanto isso, a Ukrzaliznytsia forneceu alguns detalhes sobre o ataque em Yagodyn, que ocorreu depois que o trem no qual viajavam personalidades como Boris Johnson e o ex-primeiro-ministro da Suécia Carl Bildt já havia partido. O jornal alemão Der Spiegel havia noticiado que o trem dos líderes internacionais também tinha sido evacuado, mas a informação foi desmentida.
“Pouco antes do ataque à locomotiva na fronteira entre a Ucrânia e a Polônia, na estação de Yagodyn, encontrava-se um trem diplomático, a bordo do qual viajavam conselheiros de segurança de vários Estados-membros da União Europeia e antigos líderes europeus, incluindo o ex-primeiro-ministro do Reino Unido Boris Johnson. Em outro trem, que estava na estação de Yagodyn precisamente no momento do ataque, estava o ex-diretor da CIA David Petraeus”, informou a empresa no Telegram.
A operadora especificou que “o drone que atacou a locomotiva na fronteira entre a Ucrânia e a Polônia foi detectado por um controlador do Grupo Central de Monitoramento, e o sinal para a evacuação do trem foi dado 15 minutos antes do impacto”. A empresa considerou, no entanto, que “é bastante provável que o alvo desse drone russo também pudesse ter sido o trem diplomático, que deixou a estação antes do horário previsto, no âmbito da revisão dos horários dos trens em tempo real, devido à ameaça constante de ataques russos”.
Bildt também reagiu e informou que o trem no qual os líderes internacionais viajavam “recebeu apenas um aviso de evacuação, mas pôde prosseguir para Dorohusk”.
“Este não era o nosso trem, mas sim o que seguia logo depois do nosso, junto à passagem da fronteira polonesa. Foi evacuado à medida que o drone russo se aproximava e ninguém ficou ferido. Um sistema de segurança muito bom. O nosso trem recebeu apenas um aviso de evacuação, mas pôde prosseguir para Dorohusk. Os ataques russos contra a Ucrânia estão se intensificando”, alertou na rede social X.
O Ministério da Defesa da Rússia anunciou ter atacado “infraestruturas ferroviárias” no oeste da Ucrânia utilizadas para “transportar carga militar” da Europa, depois de Varsóvia e Kiev denunciarem o ataque a um trem de passageiros que circulava entre as duas capitais.
A Ukrzaliznytsia já havia alertado que estava em curso um “ataque sistemático” à rede ferroviária “em todo o país”, depois que o presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, afirmou que um drone russo havia atingido “deliberadamente” um trem perto da fronteira com a Polônia, sem deixar vítimas.
