Como a calcinha rosa de uma tenista brasileira escandalizou Wimbledon em 1962

Anúncios

Getting your Trinity Audio player ready...

Crédito, Imagens Getty

Legenda da foto, ‘O clube não acompanhava as mudanças sociais que aconteciam fora de seus muros nos anos 1960’, afirma Rob Lake, historiador do tênis

    • Autor, Ellie Violeta Bramley
    • Papel, Estilo BBC
  • Publicado

  • Tempo de leitura: 7 min

Era um dia de verão de 1962. A tenista brasileira Maria Esther Bueno voltava a disputar Wimbledon depois de um período afastada por causa de uma lesão.

Ao entrar na quadra Central, em Londres, no Reino Unido, a “bailarina do tênis” usava um vestido branco que parecia seguir a tradição do All England Club, promotor do torneio de tênis, de exigir roupas inteiramente brancas. Até ela sacar.

Foi então que veio a surpresa: o vestido tinha forro rosa e a calcinha era da mesma cor.

Como conta Sunita Kumar Nair, autora do recém-lançado livro Ace: os tempos e o estilo do tênis (“Ace: a história e o estilo do tênis”, em tradução livre), em entrevista à BBC: “Aquilo causou um rebuliço.”

Anos depois, Bueno, que àquela altura já havia conquistado dois títulos de simples feminino em Wimbledon, e ainda venceria mais um, lembrou que “houve um suspiro coletivo de um lado da quadra”.

Confira o conteúdo original aqui!

Mais artigos

DEIXE UMA RESPOSTA

Por favor digite seu comentário!
Por favor, digite seu nome aqui

Últimos artigos