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Dubai intercepta ataque à sede da Oracle

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As autoridades confirmaram que responderam a um incidente menor envolvendo a queda de destroços após um ataque aéreo à fachada do edifício da Oracle”, informou o gabinete de imprensa de Dubai nas redes sociais.

O ataque, que não deixou feridos, teve como alvo a sede local da gigante de tecnologia Oracle, localizada na Internet City.

Uma hora antes, as autoridades da cidade já haviam informado sobre outro ataque interceptado na Dubai Marina, muito próximo ao prédio da empresa norte-americana.

As autoridades de Dubai não forneceram informações sobre quem teria realizado o ataque.

Na terça-feira, a Guarda Revolucionária do Irã ameaçou realizar ataques contra instalações de grandes empresas norte-americanas no Oriente Médio, incluindo a Oracle.

A Guarda Revolucionária já havia anunciado na quinta-feira um ataque contra o prédio da Oracle em Dubai, alegação que foi posteriormente negada pelo gabinete de imprensa da cidade.

Estados Unidos (EUA) e Israel mantêm, desde 28 de fevereiro, uma ofensiva militar de grande escala contra Teerã, que já deixou mais de três mil mortos, principalmente no Irã e no Líbano.

Em resposta, o Irã lançou ataques de retaliação contra Israel, bases norte-americanas e outras infraestruturas em países da região, como Arábia Saudita, Bahrein, Emirados Árabes Unidos, Qatar, Kuwait, Líbano, Jordânia, Omã e Iraque.

Os Emirados Árabes Unidos se tornaram o principal alvo dessas represálias regionais, com 11 mortos e 203 feridos em ataques iranianos, segundo os dados mais recentes das autoridades do país.

Na sexta-feira, a Embaixada dos EUA em Beirute alertou para a possibilidade de o Irã ou grupos armados aliados atacarem universidades norte-americanas no Líbano, onde o conflito já deixou 1.300 mortos.

Em comunicado, a missão diplomática afirmou que “o Irã e as milícias afiliadas podem ter a intenção de atacar universidades no Líbano” e destacou que Teerã “ameaçou especificamente universidades norte-americanas em todo o Oriente Médio”.

O Departamento de Estado recomendou que cidadãos norte-americanos deixem o Líbano “enquanto ainda houver voos comerciais disponíveis”, destacando a natureza “volátil e imprevisível” da situação de segurança no país.

O alerta surgiu após ameaças de grupos ligados à milícia libanesa pró-Irã Hezbollah, que identificaram instituições como a Universidade Americana de Beirute e a Universidade Americana Libanesa como possíveis alvos.

Leia Também: NASA divulga primeiras imagens da Terra captadas pela Artemis II

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